Suspeito de estuprar e engravidar sobrinha de 11 anos é preso

Um homem suspeito de estuprar e engravidar a sobrinha de apenas 11 anos é preso, no município de Ibotirama. De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu em Irecê, na região da Chapada Diamantina.

Ao saber que tinha sido denunciado, o suspeito, que não teve o nome divulgado, fugiu para Ibotirama, onde foi capturado e teve o mandado de prisão cumprido, na última quinta-feira (3).

Não há detalhes do crime. A vítima já teve o bebê está sendo acompanhada pelo Conselho Tutelar.

Vídeo: Live de banda de pagode é interrompida por operação policial e rajada de tiros

Um show transmitido ao vivo por redes sociais do grupo de pagode “Aglomerou” foi interrompido, neste domingo (26), por rajadas de tiros de fuzil e o barulho característico de um helicóptero, voando baixo, fruto de uma operação da Polícia Civil, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

Enquanto a banda tocava “Compasso do Amor”, do grupo “Revelação”, os agentes entraram no local. Segundo a corporação, os policiais foram ao local para evitar danos colaterais, já que uma operação ocorria na casa ao lado.

Pelas imagens é possível ver que antes da música ser interrompida algumas pessoas da produção foram abordadas pelos policias e levantaram as camisas para mostrar que não estavam armados.

Também é possível ver um agente correndo com um fuzil empunhado, passando em meio aos integrantes da banda. Ao fundo, pode ser vista a presença de um helicóptero da corporação, que dava apoio aos policiais.

Em um outro vídeo gravado dentro da casa durante a operação, além de som de tiros, algumas pessoas diziam que os policiais erraram a casa.

Quando a banda percebeu a presença dos agentes, o show foi interrompido e os músicos saíram agachados em frente às câmeras.

Depois do susto, o grupo voltou para dizer aos fãs que estavam bem, explicar o que aconteceu e que a operação policial estava acontecendo em uma casa próxima. Eles prometeram remarcar a apresentação.

“Estamos bem, está tudo bem. Estava acontecendo uma operação policial numa casa bem perto aqui do espaço. ocorreu esse fato, mas está todo mundo bem. não tem problema nenhum com quem estava na live. a gente vai remarcar, porque a gente está sem clima”, disse um dos integrantes da banda de pagode carioca.

Polícia indicia Ronnie Lessa, suspeito de matar Marielle, por tráfico de armas

A Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos do Rio de Janeiro indiciou o policial militar reformado, Ronnie Lessa por tráfico internacional de armas. Uma filha dele também foi indiciada.

Lessa está preso desde março de 2019, acusado de matar, junto com o ex-PM Élcio de Queiroz, a vereadora Marielle Franco (Psol) e o motorista dela, Anderson Gomes, um ano antes, no Rio.

De acordo com o delegado da Desarme, Marcus Amim, Lessa comprava pela internet peças de armas da China e enviava o produto para sua filha, nos Estados Unidos. Lá, segundo a polícia, a embalagem original era trocada e as peças eram exportadas ao Brasil como “peças de metal”, para enganar a fiscalização aeroportuária.

No Brasil, Lessa juntava as peças e vendia as armas para milicianos e quadrilhas responsáveis pela comercialização de drogas em comunidades. Segundo a Polícia Civil, o esquema funcionava desde 2014.

Incêndio no Museu Nacional não foi criminoso, aponta Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) encerrou, hoje (6), a investigação para apurar as causas do incêndio no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no dia 2 de setembro de 2018. O inquérito concluiu que o incêndio se iniciou em um aparelho de ar condicionado no Auditório Roquette Pinto, no primeiro andar, bem próximo à entrada principal do museu.

A PF descartou a hipótese de que o incêndio tenha sido criminoso, ou seja, provocado de forma proposital. O inquérito também concluiu que não houve omissão dos gestores.

A investigação revelou que o Corpo de Bombeiros iniciou uma fiscalização no prédio do museu, mas a vistoria não foi concluída. O oficial responsável pela irregularidade já foi punido administrativamente pela corporação, de acordo com a PF.

Antes do incêndio, houve ainda uma tentativa da UFRJ e da diretoria do Museu Nacional de revitalizar o prédio. Eles chegaram a iniciar tratativas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para adequar o antigo edifício, que já foi residência do imperador Dom Pedro II, para adequação ao Código de Segurança contra Incêndio e Pânico.

O contrato foi assinado em junho de 2018, mas o valor não chegou a ser desembolsado antes do incêndio, que ocorreria três meses depois. Por isso, o inquérito concluiu que os gestores da instituição não foram omissos.

MP-BA denuncia três policiais por tortura e injúria racial contra adolescente negro

Cinco meses depois dos xingamentos e espancamento em via pública cometidos contra um adolescente de 16 anos, o Ministério Público estadual (MP-BA), ofereceu denúncia por crimes de tortura e injuria racial, nesta segunda-feira (6), contra três policiais militares envolvidos nesta abordagem criminosa, que ocorreu no dia 2 de fevereiro deste ano, nas proximidades da subestação de energia elétrica no bairro de Paripe, subúrbio ferroviário de Salvador.

Segundo a denúncia, os PMs constrangeram a vítima, valendo-se de sua autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental em razão de discriminação e como forma de aplicar castigo pessoal. As práticas criminosas e respectivas penas estão previstas na Lei 9.455/1997.

Conforme a denúncia, a vítima conversava em via pública com amigos, quando o grupo foi abordado “com truculência’ pelos policiais. Após afirmar que não era “bandido”, o adolescente foi agredido por um dos policiais com socos, pontapés e palavras “racistas e injuriosas”, com consentimento dos outros dois PMs. As agressões foram filmadas com um telefone celular por um integrante do movimento de luta pela igualdade racial. O conteúdo audiovisual, usado como prova, está em poder da Justiça.

“Você para mim é ladrão, você é vagabundo. Olha essa desgraça desse cabelo aqui. Tire aí vá, essa desgraça desse cabelo aqui. Você é o quê? Você é trabalhador, viado? É?”, esse é o jeito que o militar, trata o jovem, que não esboça reação. Enquanto isso, puxa um boné que a vítima usava. O mesmo policial aplica uma sequência de socos no rapaz, além de um tapa no rosto e um chute na barriga. Na época, o soldado Laércio Sacramento, suspeito de agredir o jovem, negou o ocorrido, no entanto, todo o abuso foi registrado em vídeo.

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Polícia Militar descobre bunker com fuzil AR-15 e metralhadora em bairro da capital

O Batalhão de Choque (BPChq) da Polícia Militar da Bahia (PM-Ba) descobriu uma espécie de bunker de armas e munições no bairro de Sussuarana, em Salvador.

Conforme informou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) na manha desta terça-feira (7), os militares faziam ações de reforço entre as localidades Parque Jocélia e Novo Horizonte, quando perceberam um grupo reunido de forma suspeita, no final da tarde de segunda-feira (6).

Quando avistaram as guarnições, os homens correram, deixando os policiais em alerta. A Companhia de Operações com Cães (COC) foi acionada e um pastor alemão, especialista em localizar entorpecentes, sinalizou para algo estranho em uma parte com terra mexida.

Foi quando o Batalhão de Choque identificou o esconderijo e, dentro dele, um fuzil modelo AR-15, uma submetralhadora calibre 9mm, uma espingarda calibre 12, carregador, munições, quatro coletes balísticos e pinos vazios utilizados para embalar drogas.

“Recebemos a determinação do Comando-Geral e permaneceremos na região por tempo indeterminado. Esse é o segundo fuzil que encontramos em uma semana, no bairro. Contamos com apoio da população”, disse o comandante do BPChq, tenente-coronel Paulo Guerra.

Homem ameaça pai com uma faca e acaba preso pela GCM em Brejões

A Guarda Cívil Municipal de Brejões prendeu um homem que ameaçava seu pai, nesta sexta-feira (26), no povoado do Ponto Chik, Distrito Serrana no município de Brejões.

Por volta das 20:40horas, uma equipe da Guarda Municipal foi acionada via whatsapp informando que um homem estava querendo matar seu pai. Ao chegar ao local o suspeito de 32 anos foi flagrado portando uma faca e gritando que iria matar o seu pai e que não era pra ninguém se aproximar. Os Agentes, após conversarem com ele conseguiram convencer a entregar a faca e em seguida imobilizaram.

Aos guardas, a vítima de 64 anos informou que o suspeito estava ameaçando matá-lo, e também que teria quebrado tudo dentro de sua casa.

As partes foram conduzidas a Central de Flagrantes na cidade de Jaguaquara onde o delegado de plantão lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

Protocolo retira prazo de 48h sobre desaparecimento de mulher

O prazo de 48 horas, estabelecido como mínimo para a comunicação do desaparecimento de uma pessoa, não precisará mais ser adotado quando se tratar do desaparecimento de uma mulher. A orientação é uma das que constam no Protocolo Nacional de Investigação e Perícia nos Crimes de Feminicídio, anunciado oficialmente hoje (24) pelo Ministério da Justiça.

Como descreve procedimentos e estratégias investigativas para a obtenção de provas contra o crime de feminicídio, o protocolo tem seu teor restrito a policias civis e órgãos de perícia oficial de natureza criminal. Seu conteúdo restrito, no entanto, teve este detalhe revelado hoje pelo ministro da Justiça, André Mendonça.

“Embora seja sigiloso, até para melhor investigação e perícia de um crime, faço questão de trazer a público o Artigo 10º desse protocolo, porque muda a rotina de comunicação do crime contra a mulher”, disse o ministro referindo-se ao procedimento adotado, que estabelece prazo de 48 horas para a comunicação de desaparecimento de uma pessoa.

“O protocolo agora autoriza que a qualquer tempo, mesmo antes de 48 horas, se comunique seu desaparecimento. Assim, os agentes de segurança terão a responsabilidade de registrar e monitorar situações envolvendo mulheres antes desse prazo”, disse o ministro.

Protocolo

Por meio do novo protocolo, busca-se definir procedimentos que devem ser adotados para a obtenção de provas materiais a partir vestígios – tanto no local de crime como no corpo da vítima ou do criminoso.

Assim sendo, traz “orientações sobre como preservar a cena do crime; e sobre como devem agir os agentes que localizaram a cena do crime, preservando a estrutura daquela cena, o que inclui medidas e orientações para investigação e apuração do crime de feminicídio”, resumiu o ministro hoje durante a cerimônia de lançamento do protocolo.

Mendonça disse que pretende editar recomendações que estabelecerão o mesmo procedimento também para casos envolvendo crianças, adolescentes e idosos.

Boas práticas

Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Carlos Machado Paim, a elaboração do protocolo levou em consideração “as boas práticas já existentes no território nacional”.

“São 75 artigos elaborados para direcionar a atuação do corpo técnico desde o registro da ocorrência policial; o comportamento em local de crime; e a atuação para coleta e apuração pericial. Nesse sentido, busca dar uniformidade à atuação das polícias estaduais e do DF, bem como dos órgãos oficiais da perícia científica criminal, desde as primeiras diligências da ocorrência até a conclusão da investigação criminal”.

Feminicídio cresce

É caracterizado como crime de feminicídio o assassinato de uma mulher, cometido devido ao desprezo que o autor do crime sente quanto à identidade de gênero da vítima. Em relatório produzido a pedido do Banco Mundial, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) apontou que os casos de feminicídio cresceram 22,2%,entre março e abril deste ano, em 12 estados do país, na comparação com o ano passado.

Distanciamento social

Presente na cerimônia, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, reiterou números que indicam o aumento da violência contra mulheres durante o distanciamento social imposto para evitar a propagação do novo coronavírus, uma vez que “confinou dentro de casa agressor e vítima”. “Em alguns estados cresceu 600%”, disse Damares.

“Isso vai mudar quando mostrarmos para o Brasil que essa não é uma nação só de agressores. Essa é uma nação também de homens protetores. Temos de mudar o discurso. Eu sou cercada de homens protetores. Tenho a honra de trabalhar com servidores do meu ministério que saem correndo para comprar flores para levar para suas esposas, ou que, no meio do trabalho, ligam para falar a elas que as amam”, argumentou a ministra.

“O Estado é laico, mas eu sou terrivelmente cristã e posso falar: o Deus criador fez o homem diferente para proteger o ser mais extraordinário que existe nesse planeta, que é a mulher. Se não está contente, mude de planeta”, pontuou.